No dia 28 de abril, às 7horas da
manhã, a Polícia Militar de Espírito Santo do Pinhal é surpreendida por um
telefonema estranho de uma jovem moradora do bairro Alto Alegre.
A menor, ACZ 17, muito nervosa e conta
aos soldados Pires e Peixoto que, nesse dia, havia acordado mais tarde por ter
perdido a hora. Sendo assim, ao abrir os olhos, consulta o horário e percebe
que já eram 6h30min da manhã. Levanta-se apressadamente, vai ao banheiro, escova
os dentes, lava o rosto e assusta-se quando ouve a campainha tocando.
Pensando
que poderia ser sua vizinha que habitualmente a chamava para ir à escola e,
como estava atrasada, enxuga-se às pressas, sai do banheiro, caminha até a
porta, destranca a fechadura e abre a porta.
Foi nesse momento que a testemunha vê
um homem caído na soleira. Este homem apresentava ter de cerca de 40 anos,
branco, cabelos, castanho–escuro, cerca de 1,80m de altura. A menor olha ao
redor, mas percebe que não havia mais ninguém nas proximidades.
Sendo assim, abaixa-se, toca-o com
os dedos e percebe que se trata de um
cadáver, pois o corpo já está frio e rígido.
Com o cadáver de um homem a sua
porta, ela corre para o telefone e disca o número da central de polícia,
avisando sobre o ocorrido.
Com
a chegada dos PMs no local, há a averiguação de um homicídio. O homem está
morto devido a um tiro, supostamente à queima roupa.
O
caso foi levado até a 92ª DP, onde o delegado, Sr. Sérgio Duarte lavra o auto
infracional. O IML da cidade de São João da Boa Vista e o médico legista são
acionados e realizam as perícias necessárias.
A
menor ACZ presta depoimento e até o fechamento desta edição, nenhum suspeito
foi preso.
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